sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O sol, o Sol


Sempre disse pros alunos o contrário do que é (de acordo com o Rui Castro que a Maura recortou pra mim). Mas não fui único. Já li que "o sol nas bancas de revista" era uma referência ao tablóide em mais de uma fonte. Mas não as vou sair caçando agora.


quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Sericícola do Ponto

A Fernanda viu a casa do Lima e se lembrou da sericícola do Ponto. Agradeço e colo aqui:


PS: Fico devendo um post sobre o ponto.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

É só uma foto na camiseta...

Achei num livro, fiz transfer e soldei numa camiseta branca. Ando por aí e me divirto:

- Era do meu avô! - e rio.

Não é Itabira. É Ilha do Governador. Mas também dói.
Só que o COMO é de modo, não de intensidade:

- Mas como dói? OU SEJA como pode doer isso que não é pra doer OU SEJA dói não como eu sinto, que não sinto. Minto muito.

Cena 2:

Rua Treze de Maio. Me invento no botequim que ficava (hoje não existe mais) quase na esquina com Evaristo da Veiga (hoje acho é o Banco do Brasil).

Tomo outra cachaça e lamento a fiscalização da saúde pública: são saudades do sanduíche grego (ou de grego?).

Vejo o Lima sentado ao balcão. Mão no copo, outra sobre o joelho. Olhar molhado para longe, a Biblioteca Nacional feita de vidro.

O gerente do banco sai do Bola Preta. Trazia na mão esquerda o ladrão, na direita o polícia. Ambos armados. Dentes de ouro. Angelus Novus, o corretor de seguros, caminhava-contra-o-vento da passagem desse cordão pé-bola-de-meia.

Entraram no boteco e foram gritando:

- Mãos na cadeira, mulata!

E o Lima voltou-se e me disse que nunca acreditara que nossa cidade chegasse a esse ponto.