Bio

Alexandre ( Graça ) Faria nasceu no Rio de Janeiro em 1970. Morou em Brasília, onde cursou parte do ensino fundamental, quando escreveu os primeiros contos. Voltou ao Rio e concluiu o Ensino Médio em 1986, no Colégio Estdual Prof. Clóvis Monteiro, época em que escreveu e dirigiu a peça "Auto do apocalipse", que esteve em cartaz com um grupo de teatro amador, vinculado ao movimento estudantil.
Trabalhou entre 1986 e 1998 no Banco do Brasil, onde exerceu diversos cargos e funções nas áreas administrativa e tecnológica.
Em 1987, na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Transferiu-se, em 1988, para a faculdade de Humanidades Pedro II (FAHUPE) e, em 1990, para a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde se bacharelou em 1994.
Neste período, incluiu o conto "Retrato de uma mulher da esquina" na coletânea Escrevendo Mulheres (Rio de Janeiro: Litteris, 1995) e foi co-autor do volume Vida toda linguagem (Rio de Janeiro: UERJ, 1994), de poemas produzidos pelos integrantes da Oficina Literária Mário Faustino, na Faculdade de Letras da UERJ.
Entre 1995 e 1998 fez mestrado em Letras na PUC-Rio. A dissertação resultou no livro Literatura de subtração - a experiência urbana na literatura brasileira contemporânea (Rio de Janeiro: Papel Virtual, 1999). Entre 1999 e 2003 cursou o Doutorado na mesma instituição, e defendeu a tese O Brasil presente: construções-ruínas do imaginário nacional contemporâneo.
Durante o período da pós-graduação atuou na comissão editorial da Revista Escrita, de alunos do Programa de Mestrado e Doutorado da PUC-Rio, e publicou diversos poemas, ensaios e tradução em revistas acadêmicas especializadas.
Também colaborou na pesquisa e redação de verbetes para a Biblos - Enciclopédia Verbo das Literaturas de Língua Portuguesa (Lisboa: Verbo, 1997); na pesquisa bio-bibliográfica de poetas para do projeto 100 Anos de Poesia - Um panorama da poesia brasileira no século XX (Rio de Janeiro: O verso, 2001); e no estabelecimento de texto do manuscrito das cartas de Carlos Drummond de Andrade, para o livro Carlos e Mário (Rio de Janeiro: Bem-te-vi, 2002).
Atuou como professor em cursos preparatórios particulares e em projetos voltados para a inclusão social (PVNC - Núcleo Manguinhos), onde implementou a realização de Saraus Poéticos e Oficinas Literárias, como estratégias pedagógicas para o ensino de Literatura. No magistério superior trabalhou durante três anos no Centro Universitário da Cidade, no Rio de Janeiro.
Em 2004 foi aprovado no concurso público para o cargo de Professor Adjunto, na Faculdade de Letras, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde trabalha desde então