sábado, 30 de outubro de 2010

Urania no Curta Cinema 2010

http://www.curtacinema.com.br/festival/filmes-selecionados/filme.asp?id=134

URÂNIA PANORAMA CARIOCA > PANORAMA CARIOCA 3


Odeon Petrobras > 1/11/2010 - 15h30

Caixa Cultural 2 > 6/11/2010 - 19h

Ponto Cine > 4/11/2010 - 16h Ano do festival: 2010

Programa: PANORAMA CARIOCA 3

Diretor: Felipe Rodrigues

Gênero: EXP

Duração: 5min

Cromia: cor/ p&b

Pais: Brasil Brazil

UF: RJ

Ano: 2009

Sinopse: Da janela de sua casa, um homem observa os astros.

Produção: Felipe Rodrigues

Cia Produtora: Maria Gorda Filmes

Fotografia: Felipe Rpdrigues

Direção de Arte: Clarice Pamplona

Edição: Felipe Rodrigues

Som: Felipe Rodrigues

Elenco: Julia Grillo, Tiago Martins

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Notas soltas pra comentar o AnaCrônicas

O espelhamento que há entre as partes. 1-7, 2-6, 3-5 e a parte 4 explodindo no meio. Nisso há a troca dos personagens e das ações (movimentos).

A questão da violência urbana, muito presente.

A relação com as canções. Tenho um CD com a trilha sonora do livro. Levar no dia.

O limite entre escrita/vida.

Os palíndromos do poema que dá início à parte 5 - a escrita como jogo. E a mesma relação com o jogo de sinuca/bilhar na parte 3.
(ah, o desenho é de um livro do Newton. Uma das leis do movimento, não lembro)

Conferir a posição da palavra anacâmptico nas partes 1 e 7.

Procurar no dicionário todas as palavras começadas por ANA e ver no que dá.

Pesquisar sistemas de criptografia e tentar decifrar o texto da parte 7 que está cifrado (ananananana) . E comparar esse procedimento com o do Código da Vinci. (rs)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Marinha


Na angra dos plebeus qualquer rei trava a língua. O marulho, a friagem madrugada e primavera. Uma beira no meio do mar. Se entendesse a calma e o juízo de Caymmi seria pescador de dois amor. Mas é só um vértice de terra cercado de ilhas por todos os horizontes que vaticina: o amor é mais que um que dois. Acalma na pele a usina que explode no fundo. Vai nessa, disseram os demônios, escreve, e me apontavam a corda da amendoeira que banca o balanço das crianças. Tão dessemelhantes a forca e o enforcado. E tão íntimos na hora do espasmo final, anzol e peixe. A marola vai travando os demônios e lembra que um dia, lá pela época do fiat, foi intensa a inquietação das pedras sob essas águas, e ainda a captamos no ser não ser incansável. Felizmente touxe, além do smartphone sem sinal, contos da Anais Nin e meia dúzia de amores - se não for pelo toque, não há diferença entre livros e pessoas e apenas nos sonharemos reis e rainhas da ilha do outro.
Fecho o bloco de notas e abro a câmera para compor a legenda: