terça-feira, 10 de junho de 2008

Ódio consolador

"Um padre que fora feito prisioneiro levou um órfão alemão para o centro. Ele o segurava pela mão, orgulhoso, explicava como o encontrara e que aquela pobre criança não tinha culpa de nada. As mulheres olhavam com maus olhos. Ele já se arrogava o direito de perdoar, de absolver. Indiferente à dor, à espera. Permitia-se perdoar, absolver, ali, imediatamente, ato contínuo, sem ter a mínima noção do ódio que imperava, terrível e bom, consolador como uma fé em Deus." (Marguerite Duras: A dor)

domingo, 8 de junho de 2008

15 anos da Adriana

Da esquerda para direita: Jandira, Padre Sebastião, Adriana, Sebastião, Izildinha e eu (Vand)